Pastel Dih Feira

Praia Grande,

Ajude-nos a conhecê-lo, nos contando sobre o seu negócio e as causas que ele apoia

Trabalhamos em família. Iniciamos na feira livre em 1999. Pouco mais de um ano antes da pandemia começamos com dellivery. Somos pasteleiros. Fazemos nossa massa, nosso recheio, montamos nossa banca duas vezes por semana, e trabalhamos com dellivery todos os dias à noite, e as vezes durante o dia também. Somos eu, meu marido e minha filha que tem Aspeger. Meu marido faz a massa e os pastéis da feira. Eu monto os pastéis do dellivery. É uma vida agitada. Precisava de uma renovação, alguns equipamentos novos. Mas vamos conseguindo, aos poucos. Para diminuir o impacto ambiental, abolimos enviar descartáveis. Nossas embalagens são de papel. O nosso óleo é vendido para uma empresa. Além de tudo isso, procuro ajudar no que é possível a causa animal. No momento acredito que preciso de divulgação, ou um ponto comercial. Trabalhamos com o dellivery de nossa própria casa. Temos um produto excelente, e idealizo algum dia ter uma rede. É isso. Tenho 56 anos. Meu marido 50, e minha filha 26.

Como você utilizaria o valor da premiação para impulsionar sua empresa?

Gostaria de divulgação, pois sei que meu produto é bom. Tentar melhorar meu local de trabalho, que é pequeno. Mas se fosse feito um planejamento e rearranjo, seria melhor para podermos trabalharmos mais confortavelmente. Tenho o sonho de criar uma rede, ou franquia. Pastel Dih Feira M&M, massas artesanais. Também trabalhamos com nhoque. Gostaria de obter uma máquina para embalar os nhoques, etiquetar. Um freezer novo. Mas acredito que sem divulgação nos locais certos e para as pessoas certas, meu trabalho não alavancaria. Quem não é visto, não é lembrado, mas também não será conhecido se não houver publicidade. O boca a boca ajuda, mas não alavanca.

Mais alguma coisa que você gostaria que soubéssemos sobre sua empresa, sua experiência com a FedEx ou um comentário geral?

Acho que o diferente em nossa pequenina empresa é que em um dia aprendemos a fazer a massa, no outro a fritar, embalar, atender a clientela. Foi bem difícil. Meu marido era eletricista na prefeitura e eu fazia bicos, crochê. Recebi um dinheiro e comprei a banca. Era uma banca já surrada, com uma kombi que tinha uma folga tão grande de direção que mal eu conseguia fazer uma curva depois de duas voltas. Lutamos e estamos desde 1999 trabalhando. Porém estou cansada. Gostaria de ficar só com o dellivery, ou um ponto comercial. Mas para isso preciso alavancar mais as vendas. Desistir da luta? Jamais. Nosso instagram é @pasteldihfeira, mas não consegui colocar no perfil.

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